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Os meninos e as meninas que leem a bola

Na coluna “Margens e Livros”, Marcos Linhares aproveita o cenário da Copa de 2026 para defender que o futebol não deve disputar espaço com a literatura, mas sim caminhar junto a ela na formação de atletas. Enquanto países como Espanha, Alemanha e Inglaterra usam livros em centros de treinamento e estádios para desenvolver a saúde mental e o letramento de jovens jogadores, o Brasil ainda força a base a escolher cedo demais entre o campo e os estudos. Para o autor, o hábito da leitura não atrapalha o desempenho físico, mas funciona como uma ferramenta indispensável para que o atleta compreenda o mercado, lide com as pressões da carreira e se desenvolva de verdade como cidadão.

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